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Dificuldades logísticas afetam abastecimento de combustíveis em Bagé

Em 24/03/2026 às 07:35h
Jaqueline Muza

por Jaqueline Muza

Dificuldades logísticas afetam abastecimento de combustíveis em Bagé | Cidade | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Contexto é agravado por fatores externos, como a instabilidade internacional / Foto: Arquivo JM

Alguns postos de combustíveis em Bagé enfrentam dificuldades logísticas para reposição de produtos, o que já provocou desabastecimento pontual em determinadas redes. A situação é atribuída, principalmente, à demora na entrega por parte das distribuidoras, em meio a um cenário de instabilidade no mercado de derivados de petróleo.

A rede SIM, por exemplo, já registrou casos de postos sem combustível em razão da lentidão no abastecimento. Por outro lado, o Grupo GBI afirma que não houve falta de produtos em suas unidades. Conforme o diretor executivo do grupo, Gustavo Barrera, a empresa mantém operações com diversas distribuidoras de grande porte, como Texaco, Ipiranga, Petrobras e Shell, o que tem garantido maior estabilidade no fornecimento.

Apesar disso, o executivo reconhece que o cenário exige atenção. Segundo ele, a logística de reposição segue operando, porém sob maior pressão. Entre os principais impactos estão o aumento no tempo de carregamento, a necessidade de utilização de bases alternativas e restrições pontuais na disponibilidade de alguns produtos. “Em resumo, há mais dificuldades, mas conseguimos manter o abastecimento”, destaca.

O contexto é agravado por fatores externos, como a instabilidade internacional provocada por conflitos no Oriente Médio, que impactam diretamente o mercado de combustíveis. Empresas do setor, como a TRR Pampa Diesel — responsável pela distribuição a granel para clientes corporativos — informaram que os preços estão sendo atualizados diariamente. Além disso, alertam para variações nos estoques e recomendam que pedidos sejam feitos com antecedência.

A situação em Bagé reflete um problema mais amplo no Rio Grande do Sul. Levantamento da Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs) aponta que pelo menos 142 prefeituras gaúchas já enfrentam falta de diesel, o que representa 45% dos municípios que responderam à pesquisa.

Diante da escassez, prefeituras têm priorizado serviços essenciais, especialmente na área da saúde, como o transporte de pacientes. Em contrapartida, obras e atividades que dependem de maquinário pesado começam a ser suspensas.

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A presidente da Famurs e prefeita de Nonoai, Adriane Perin de Oliveira, alerta para o risco de agravamento da situação. Segundo ela, caso não haja medidas para garantir o abastecimento, setores como transporte escolar e deslocamento de pacientes para outras cidades também poderão ser impactados. A entidade deve levar os dados ao governo estadual e cobrar ações, incluindo apoio do governo federal.

Enquanto isso, o setor de combustíveis segue monitorando a cadeia de suprimentos e adotando medidas para reduzir os impactos, em um cenário que ainda inspira cautela nos próximos dias.

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