Saúde
Atendimento de enfermagem domiciliar: cuidado profissional no conforto do lar
por Viviane Becker
Cada vez mais pacientes e familiares buscam alternativas de cuidado que unem qualidade técnica, segurança e conforto. Nesse cenário, o atendimento de enfermagem domiciliar tem se destacado como uma solução eficaz para acompanhar tratamentos e promover bem-estar sem que o paciente precise sair de casa.
A enfermeira Vanessa Robaina, com Graduação e Licenciatura em Enfermagem pela URCAMP, com 17 anos de experiência, atua em atendimentos no consultório localizado na Clinipampa e também em atendimentos domiciliares. A profissional oferece assistência personalizada para pacientes que necessitam de acompanhamento profissional, especialmente aqueles com feridas de difícil cicatrização, cuidados pós-procedimentos, administração de medicações e suporte clínico contínuo.
A enfermeira explica que o atendimento em casa proporciona benefícios importantes. “Quando realizamos o cuidado no ambiente do paciente, conseguimos observar melhor sua rotina, suas necessidades e oferecer um cuidado individualizado e mais humanizado. Isso contribui muito para a recuperação e para a segurança do tratamento”, reforça.
Entre os serviços realizados no atendimento domiciliar estão:
• Avaliação e tratamento de feridas
• Realização de curativos especializados
• Administração de medicações
• Troca e manejo de sondas
• Cuidados com pacientes acamados
• Orientações de saúde para pacientes e familiares
• Acompanhamento de processos de cicatrização
• Tratamento com laserterapia
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Vanessa explica que além do cuidado técnico, o serviço também busca fortalecer a relação de confiança entre profissional, paciente e família, oferecendo orientação e apoio durante todo o processo de tratamento.
Para muitas pessoas, principalmente idosos ou pacientes com mobilidade reduzida, o atendimento domiciliar representa mais conforto, menos deslocamentos e maior continuidade no cuidado. “O objetivo é levar um atendimento seguro, qualificado e humano até o paciente, garantindo que ele receba o cuidado que precisa no lugar onde se sente mais protegido: sua própria casa”, conclui a enfermeira.

