Social
O legado de Tarcísio Taborda
Evento nas dependências do Museu Dom Diogo de Souza marcou a simbólica data
por Viviane Becker
Em 13 de julho foi celebrado o aniversário de Tarcísio Taborda. E seu legado se conecta com a própria história de Bagé, que nesta semana também está de aniversário.
O Museu Dom Diogo de Souza nasceu do sonho, do empenho e da profunda dedicação de Tarcísio Antônio Costa Taborda. Para ele, mais do que um projeto cultural, sua criação foi um gesto de amor à memória, à cidade e ao conhecimento. Ele o sonhou, construiu e cuidou como se cuida de um filho, com dedicação incansável e defendido com paixão ao longo de sua vida.
Grande parte do que hoje constitui o nosso patrimônio museológico, histórico e afetivo passou pelas mãos e pelo olhar de Tarcísio. Este museu carrega sua alma, sua visão de mundo e seu compromisso com a cultura de Bagé. Aqui, sempre seu acervo encontrará continuidade, cuidado e sentido.
No coração do Museu Dom Diogo, repousa também sua biblioteca - “VIVA” - feita não apenas de livros, mas de ideias e ideais, travessias e escutas. Cada título conversa e pulsa, é o pensamento de Tarcísio que segue em diálogo com quem se aproxima. Aqui a memória não se arquiva: ela se oferece.
À família de Tarcísio Taborda, nosso abraço sincero e profunda gratidão. Que saibam que seu nome permanece entre nós não apenas nas paredes ou vitrines, mas na alma do museu e no coração da cidade que ele tanto amou. Sigamos juntos nessa travessia de memória, com amor, respeito e esperança.
Texto de Carmen Barros e Maria Luiza Pêgas
Museu Dom Diogo de Souza/Museu da Gravura Brasileira

