MENU

Identifique-se!

Se já é assinante informe seus dados de acesso abaixo para usufruir de seu plano de assinatura. Utilize o link "Lembrar Senha" caso tenha esquecido sua senha de acesso. Lembrar sua senha
Área do Assinante | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

Ainda não assina o
Minuano On-line?

Diversos planos que se encaixam nas suas necessidades e possibilidades.
Clique abaixo, conheça nossos planos e aproveite as vantagens de ler o Minuano em qualquer lugar que você esteja, na cidade, no campo, na praia ou no exterior.
CONHEÇA OS PLANOS

Grêmio: entre o passado glorioso e o presente vergonhoso

Em 22/09/2026 às 09:54h, por Telmo Carvalho

A eliminação para o Bolívar, na Arena, não representou apenas o adeus à Copa Sul-Americana. Confirmou que o Grêmio vive uma crise técnica, tática e, principalmente, de identidade. Um clube acostumado a disputar títulos transformou uma competição plenamente ao seu alcance em mais um capítulo de uma temporada marcada por frustrações.

Os maus resultados deixaram de ser acidentes de percurso. Viraram rotina. O técnico português, apresentado como símbolo de modernidade e renovação, entregou, até agora, muito discurso e pouco futebol. O time segue desorganizado, frágil na defesa, inofensivo no ataque e sem capacidade de reação. Falta intensidade, personalidade e o espírito competitivo que sempre distinguiu o Grêmio.

A resposta da torcida foi contundente. Ao apito final, a Arena não ecoou o nome do treinador, mas o de Renato Portaluppi. Mais do que uma homenagem ao maior ídolo da história recente do clube, foi um recado claro da arquibancada: a saudade de um passado vencedor cresce na mesma proporção em que diminui a confiança no projeto atual.

Eliminado da Sul-Americana, resta ao Grêmio a Copa do Brasil, última oportunidade de salvar a temporada e buscar uma vaga direta na Libertadores de 2027. Não há mais espaço para desculpas.

A sequência é decisiva. No domingo, 2 de agosto, às 18h, o Tricolor enfrenta o Mirassol, no Maião, pelo jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Na quarta-feira, 5 de agosto, às 19h30, recebe o Mirassol, na Arena, pela partida de volta. Depois, no sábado, 8 de agosto, às 16h, encara o São Paulo, também na Arena, pelo Campeonato Brasileiro.

Serão três jogos capazes de definir o rumo da temporada e, talvez, do próprio comando técnico. Se o Grêmio continuar colecionando atuações burocráticas e resultados decepcionantes, a discussão deixará de ser sobre títulos ou classificação. Passará a ser sobre até quando a direção conseguirá sustentar um trabalho que, até aqui, não convenceu a torcida, não encontrou um time e está muito aquém da história e da grandeza do clube.

Inter: um gigante refém da própria mediocridade

O Internacional inicia agosto vivendo uma realidade incompatível com sua história. A campanha no Campeonato Brasileiro é decepcionante, a pontuação é de equipe que flerta com a zona de rebaixamento e o futebol apresentado está muito abaixo da expectativa criada para a temporada.

Os números confirmam a crise. Derrota por 2 a 1 para o Cruzeiro, no Beira-Rio, novo revés diante do Athletico-PR e empate com o Flamengo. Em três partidas, apenas um ponto conquistado. O Inter deixou de mirar a parte de cima da tabela para conviver com um adversário indigesto: o fantasma do rebaixamento.

A Copa do Brasil virou o refúgio de um time pressionado. Neste domingo, 2 de agosto, às 19h30, o Colorado recebe o Corinthians, no Beira-Rio, pelo jogo de ida das oitavas de final. Mais do que buscar uma vaga, o Inter tenta resgatar a própria credibilidade. Uma vitória ameniza a pressão; um tropeço fará a temperatura subir ainda mais.

Na quinta-feira, 6 de agosto, às 20h, o desafio se repete na Neo Química Arena, em São Paulo, pelo jogo de volta. Será mais uma prova de personalidade para uma equipe que, até agora, tem acumulado discursos otimistas e pouco futebol.

Depois, o foco retorna ao Brasileirão. No domingo, 9 de agosto, às 16h, o adversário será o Palmeiras, no Nubank Parque (Allianz Parque). Contra um dos favoritos ao título, o Inter terá a chance de provar que ainda pode reagir ou confirmar que sua verdadeira disputa, hoje, está longe da parte de cima da tabela.

Os próximos três jogos podem definir o rumo da temporada. Mas a hora de prometer já passou. O torcedor quer futebol, resultados e atitude. A camisa do Internacional exige protagonismo, não conformismo. A tabela não respeita tradição nem investimento: ela apenas devolve aquilo que cada equipe produz em campo. E, até aqui, o Colorado produziu muito menos do que sua torcida tem o direito de exigir.

 

Fraterno abraço e votos de abençoado final de semana ∴

Leia Também...
Aposentadoria da pessoa com deficiência: um direito que muitos ainda desconhecem Há 18 horas por José Vitor Gonçalves Lopes Júnior
Ambrose Bierce e alianças Há 18 horas por José Carlos Teixeira Giorgis
O desafio da verificação de idade nas rede sociais Há 18 horas por Vilmar Pina Dias Júnior
Estória de amor Há 18 horas por José Carlos Teixeira Giorgis
PLANTÃO 24 HORAS

(53) 9167-1673

jornal@minuano.urcamp.edu.br
SETOR COMERCIAL

(53) 3242.7693

jornal@minuano.urcamp.edu.br
CENTRAL DO ASSINANTE

(53) 3241.6377

jornal@minuano.urcamp.edu.br