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Coluna Gol de Placa com Telmo Carvalho

Em 06/03/2026 às 13:53h, por Telmo Carvalho

O futebol é mais do que um esporte. É linguagem universal, emoção compartilhada, ponte entre povos que muitas vezes não falam a mesma língua. Em diferentes épocas da história, enquanto guerras separavam nações e ideologias dividiam sociedades, a bola seguia rolando — e, por instantes, fazia o ódio silenciar. Chamado por muitos de o esporte que parou guerras, o futebol já mostrou sua força simbólica ao transformar campos de batalha em campos de jogo. Em momentos extremos, quando tudo parecia perdido, bastou uma bola para lembrar que, antes de inimigos, todos eram humanos. O simples ato de passar, correr e marcar gols revelou algo essencial: o desejo comum de viver, celebrar e pertencer. No futebol, não importa a origem, a cor da pele, a religião ou a bandeira. Importa o time, o companheiro ao lado, o passe bem feito. Ele ensina cooperação em meio ao conflito, respeito em meio à rivalidade e esperança em meio ao caos. Por isso, seu poder vai além do placar. Cada partida é um lembrete de que a competição pode existir sem destruição, e que a paixão não precisa gerar violência. Quando a bola rola, o mundo pausa. Soldados, crianças, adultos e idosos se reconhecem no mesmo gesto simples: chutar uma bola em direção ao gol. E nesse instante, ainda que breve, o futebol cumpre seu papel mais nobre — não apenas entreter, mas unir.

O Guarany de Bagé começou o Campeonato Gaúcho somando pontos, mas deixando sentimentos mistos. Dois empates em duas rodadas mantêm o time vivo na tabela, porém escancaram uma verdade dura de competições curtas como o Gauchão: empatar em casa custa caro. A estreia diante do Monsoon, no Estrela D’Alva, era jogo de afirmação. A matemática é simples e conhecida de todo torcedor: vencer em casa e buscar pontos fora. Quando isso não acontece, a pressão aparece cedo. O Guarany saiu atrás com um pênalti, mas mostrou caráter ao buscar o empate com Welder, em um belo gol de cabeça após cruzamento de Raphinha. Ainda assim, ficou a sensação de oportunidade desperdiçada. Na segunda rodada, fora de casa, veio mais um empate, mas com sabor de derrota. No Colosso da Lagoa, diante do Ypiranga, o Índio abriu o placar no segundo tempo após gol contra do zagueiro William Gomes, resultado que parecia encaminhar uma vitória importante longe de Bagé. No entanto, quando o triunfo já parecia assegurado, o Guarany acabou sofrendo o empate no último lance da partida. Igor Silva, de cabeça, decretou o 1 a 1 final, frustrando a estratégia e deixando a sensação de dois pontos perdidos fora de casa. Com dois pontos, o Guarany ocupa a terceira colocação do Grupo A, situação que não é alarmante, mas exige atenção. O time mostra organização, e poder de reação, porém precisa transformar competitividade em vitórias, especialmente quando joga diante de sua torcida. Agora, o desafio será na Serra, contra o Caxias. Se a vitória não veio em casa, talvez seja fora que o Guarany comece a mudar sua história neste Gauchão. Em campeonato curto, não há muito tempo para corrigir rotas — cada rodada já começa com cara de decisão.

 

Inter: A estreia do Sport Club Internacional no Gauchão 2026 começou com o pé direito. As vitórias sobre Novo Hamburgo e Monsoon deram ao time confiança, pontos e sinais claros de evolução, especialmente na intensidade e na organização coletiva. Os gols das jovens promessas, somados à presença decisiva do experiente centroavante Rafael Borré contra o Monsoon, renovam o otimismo da torcida colorada. É início de temporada, mas o Inter já demonstra seriedade e fome de resultado. Agora, a atenção se volta para o duelo contra o Ipiranga, fora de casa, no sempre desafiador Colosso da Lagoa. O confronto promete medir o real momento colorado: manter o embalo longe do Beira-Rio será o próximo teste de maturidade neste começo de Gauchão.

Grêmio: A largada do Grêmio no Campeonato Gaúcho de 2026 deixou claro que a caminhada no Estadual não será linear. A goleada na estreia diante do Avenida, com boa parte do time titular da temporada passada, evidenciou competitividade, confiança e um padrão já assimilado. Por outro lado, a derrota em casa para o São José, utilizando uma equipe reserva mesclada com jovens da base, acendeu o sinal de alerta. O resultado expôs limitações, reforçou a necessidade de ajustes e mostrou que o elenco ainda busca equilíbrio, sobretudo quando a formação foge do ideal. Agora, o foco se volta para o confronto contra o São Luiz, mais um teste relevante neste início de Gauchão. Para o Tricolor, o desafio é encontrar regularidade, transformar os aprendizados iniciais em desempenho consistente e reafirmar o Estadual como um espaço de consolidação. O resultado do duelo desta noite, na Arena, pode oferecer pistas importantes sobre o time que será levado à Rainha da Fronteira, onde o Grêmio enfrenta o Guarany na quarta-feira (21), pela quarta rodada da competição.

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O Grêmio Esportivo Bagé anunciou, nesta sexta-feira (16), o retorno de Rodrigo Bandeira ao comando técnico da equipe para a disputa da Copa FGF 2026. A competição está prevista para ocorrer entre os meses de maio e julho e marca mais uma passagem do treinador pelo clube jalde-negro. Aos 52 anos, Bandeira construiu carreira no futebol gaúcho, com trabalhos em clubes como União Frederiquense, Farroupilha, Cruzeiro-RS, Avenida e Lajeadense. No próprio Bagé, ele já havia comandado a equipe na temporada de 2023. Em sua reapresentação, o treinador destacou a motivação em retornar ao clube e o desafio de construir um time competitivo para a Copa FGF. A direção aposta na experiência e no conhecimento de Bandeira do cenário estadual para buscar uma campanha consistente e recolocar o Grêmio Esportivo Bagé em evidência na competição.

Fraterno abraço e votos de abençoado final de semana ∴

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