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Diones Franchi

  • Jornalista e Mestre em História

De onde vem o Minuano

Em 06/03/2026 às 13:53h, por Diones Franchi

De onde vem o minuano? Um vento que atravessa a alma, busca horizontes e desenha novas histórias.

O minuano que se fala, se remete ao rigoroso vento frio, mas também ao calor que transpassa os sentimentos. Ele traz na garupa um momento de esperança, em versos esquecidos pelo tempo.

De onde vem o minuano? Calado, fico a pensar, irradiante de viver a sensação de que tudo vai entre os dedos, e transpassa em nossa face.

Sinto sobre o peito, o vento que não muda a essência, mas percorre uma direção predestinada.

O minuano jamais aceita um local para ficar, seu vento percorre toda a região do pampa, que traduz no pensamento, sempre uma nova mudança.

Na verdade é realmente um vento frio, que se constitui por uma massa polar do atlântico, vindo do sudoeste, sendo conhecido como cortante. Ocorre após a passagem das frentes frias de outono e inverno, e geralmente depois das chuvas.

A origem do nome, se refere aos próprios indígenas minuanos, que eram, povos nômades, apesar de serem os verdadeiros donos da terra. Mas sumiram, sendo praticamente dizimados, após a colonização espanhola e portuguesa. Assim como o vento, enfrentavam todos os desafios e obstáculos, desbravando grande parte deste belo rincão gaúcho. Queriam ser livres e desejavam apenas, o que era de seu direito.

Em sua memória, o vento minuano permanece rompendo desafios, e viajando constantemente por toda região sul. Até hoje, faz companhia aos peões e agricultores, em meio ao primeiros raios da manhã da campanha. Na cidade, em meio a madrugada passa por todos os que labutam, castigando os andarilhos das calçadas.

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Vento frio, seco e contínuo, que dura em média dois intermináveis dias, onde o sol pouco se evidencia. Sua identidade, está na raiz da região da campanha, surgindo dos rincões da Patagônia. 

Realmente muitos ainda se perguntam nos dias de hoje, de onde vem o minuano? Ele sopra nas vastas áreas pampeanas, onde hoje, ficam as almas charruas, que uivam em um vasto campo, no fim de uma frívola tarde de inverno.

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