MENU

Identifique-se!

Se já é assinante informe seus dados de acesso abaixo para usufruir de seu plano de assinatura. Utilize o link "Lembrar Senha" caso tenha esquecido sua senha de acesso. Lembrar sua senha
Área do Assinante | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

Ainda não assina o
Minuano On-line?

Diversos planos que se encaixam nas suas necessidades e possibilidades.
Clique abaixo, conheça nossos planos e aproveite as vantagens de ler o Minuano em qualquer lugar que você esteja, na cidade, no campo, na praia ou no exterior.
CONHEÇA OS PLANOS

Colunistas

Diones Franchi

  • Jornalista e Mestre em História

Dom Pedro II em Bagé

Em 01/03/2026 às 01:55h, por Diones Franchi

Durante o período do Segundo Reinado do Brasil, Dom Pedro II visitou muitas cidades, sendo que uma delas foi a Rainha da Fronteira. No dia 16 de outubro de 1865, às 9 horas da manhã, Dom Pedro II chegava a Bagé. Um dos registros foi documentado pelo Conde D´Eu, que descreveu Bagé dessa maneira:

“Cidade de Ruas Largas, a que dá alegre aspecto um sol brilhante e número infinito de bandeiras europeias (espanholas, portuguesas, francesas, italianas, suíças). Quase que não há uma casa que não tenha bandeira e ao vê-las fica-se sem saber onde é que mora a população brasileira de Bagé. Bagé está muito graciosamente situadas entre colinas”.

Dom Pedro II costumava ser cordial e a população o respeitava como digno Chefe de Estado.

Bagé sempre foi uma cidade estratégica para a segurança do Brasil, por ser fronteira com o Uruguai, principalmente neste período que acontecia a Guerra do Paraguai. Todos essas características fizeram com que o imperador visitasse o município, fiscalizando seu contingente militar. Nisso, a caravana imperial foi recebida por João da Silva Tavares, o Barão de Cerro Alegre, comandante militar da cidade, que foram encontra-lo no Piraí.

O Príncipe Gastão de Orleans também descreveu Dom Pedro II: “Ao entrar em Bagé a população aclamou o imperador e seus súditos. Na igreja de São Sebastião foi entoado o Te Deum, um hino cristão que era tocado em sessões solenes. Logo após teve a tradicional cerimônia de beija mão. Quando era meio-dia, foi a casa do senhor Soares de Paiva, para almoçar."

À tarde, realizaram as visitas aos quartéis e demais estabelecimentos. O Conde D’Eu então escreveu: “Continuou o Imperador e examinar escrupulosamente as escolas e outros estabelecimentos públicos, por onde se sente o zelo de Dom Pedro, na fiscalização do ensino e bem-estar público, o que, aliás, lhe era proverbial”.

Na manhã do dia 18, que foi bastante fria, continuaram a viagem, às 5 horas, com destino à Pelotas, levando as melhores impressões desta cidade, nas palavras do Príncipe Gastão de Orleans. E assim terminava a viagem de Dom Pedro II a Bagé, em um tempo que o império dominava o Brasil.

{AD-READ-3}

Referências:

Taborda, Tarcísio Antônio Costa. Bagé de Ontem e de hoje, Org: Elida Hernandez Garcia, 2015

Leia Também...
Coluna Gol de Placa com Telmo Carvalho Há 19 horas por Telmo Carvalho
Sursum corda Ontem por José Carlos Teixeira Giorgis
Coluna Gol de Placa com Telmo Carvalho Há 19 horas por Telmo Carvalho
Domingo da Pinhata Há 19 horas por José Carlos Teixeira Giorgis
Coluna Gol de Placa Há 19 horas por Telmo Carvalho
Mesa na calçada Há 19 horas por José Carlos Teixeira Giorgis
PLANTÃO 24 HORAS

(53) 9167-1673

jornal@minuano.urcamp.edu.br
SETOR COMERCIAL

(53) 3242.7693

jornal@minuano.urcamp.edu.br
CENTRAL DO ASSINANTE

(53) 3241.6377

jornal@minuano.urcamp.edu.br