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Fogo Cruzado

Debate sobre futuro da Usina de Candiota ganha espaço na agenda política

Em 02/06/2022 às 09:15h

por Redação JM

Debate sobre futuro da Usina de Candiota ganha espaço na agenda política | Fogo Cruzado | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Foto: Yuri Cougo Dias

O futuro da usina Termelétrica Candiota (Fase C) mobiliza lideranças políticas desde o início da semana. A unidade da CGT Eletrosul, do grupo Eletrobras, pode ser desativada em 2024, quando encerram os contratos de comercialização de energia elétrica. Recente declaração do presidente da Eletrobras, Rodrigo Limp, sobre a possibilidade de fechamento, aumenta a preocupação.

Em reunião em Brasília, o vice-presidente da Frente Parlamentar em Defesa do Carvão Mineral, deputado federal Afonso Hamm, do Progressistas, e o presidente da Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM), Fernando Zancan, trataram sobre o Programa de Transição Energética Justa para o Rio Grande do Sul, durante reunião em Brasília. Na agenda, o deputado também destacou que a Usina Candiota III é uma fonte estratégica e com economicidade para o consumidor, além de gerar milhares de empregos e renda.

Zancan reiterou que o modelo de “Plano de Transição Energética” em Santa Catarina prevê a mudança na forma como se produz energia no Estado e que esse modelo é o mais apropriado para os demais estados.

A possibilidade de fechamento da usina também mobilizou o presidente da Frente Parlamentar em Defesa da Mineração e do Polo Carboquímico na Região da Campanha na Assembleia Legislativa, deputado estadual Paparico Bacchi, do PL, que somou esforços ao prefeito de Candiota, Luiz Carlos Folador, do MDB, em busca de agenda com o Ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida.

A agenda de Bacchi e Folador com o ministro foi cancelada pouco antes do horário previsto, porque o presidente Jair Bolsonaro, do PL, solicitou uma reunião urgente com Sachsida. De acordo com a assessoria do Ministério, nova audiência deve ser reagendada nos próximos 20 dias. As articulações estão aos cuidados do ex-ministro e deputado federal Onyx Lorenzoni. “Estamos motivados e vamos mostrar a importância que a termelétrica de Candiota tem na vida das pessoas da nossa região”, ressalta o prefeito de Candiota.

De acordo com Bacchi, além da importância elétrica que a usina tem para o sistema de geração de energia, o governo federal precisa avaliar o devastador impacto econômico e social que a descontinuidade do complexo pode gerar na região. “De uma forma geral a comunidade de Candiota e toda a região estão ligadas a cadeia produtiva do carvão mineral. Não vamos ficar de braços cruzados vendo a possível derrocada econômica da região acontecer após 2024. Estamos mobilizados e precisamos que o governo federal crie as condições que salvou o complexo Jorge Lacerda, em Santa Catarina”, salienta.

Zancan, que acompanhou as lideranças, reforça que a intenção é ‘defender o uso da mineração e do carvão mineral como uma fonte de energia segura e barata para o consumidor brasileiro’. Essa audiência com o ministro é muito importante para que possamos viabilizar a continuidade das operações da Usina Candiota III até 2050”, destaca.

O professor, engenheiro eletricista, ex-deputado federal pela Bahia e liderança atuante do setor de produção de energia, José Carlos Aleluia, também se somou à comitiva gaúcha. “Uma das grandes qualidades da matriz energética do Brasil é a sua diversidade. O carvão e o Rio Grande do Sul fazem parte dessa diversidade. Precisamos mostrar às nossas autoridades representativas a importância que a geração térmica de energia elétrica no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina tem para o país, sobretudo, no momento que vivenciamos uma recente crise hídrica”, afirmou Aleluia.

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