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Com novo reajuste, preço do litro do diesel deve superar R$ 8 e se aproximar do valor da gasolina em Bagé

Em 18/06/2022 às 10:41h
Yuri Cougo Dias

por Yuri Cougo Dias

Com novo reajuste, preço do litro do diesel deve superar R$ 8 e se aproximar do valor da gasolina em Bagé | Cidade | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Aumento no diesel é superior a R$ 1 - Foto: Tiago Rolim de Moura

A Petrobras anunciou, na sexta-feira, dia 17, reajustes de 5,2% no preço da gasolina e de 14,2% no preço do diesel. Os novos valores passam a vigorar a partir deste sábado, dia 18. O último ajuste tinha ocorrido em 11 de março, há 99 dias. No caso do diesel, há 39 dias depois do aumento anterior. Diante desse contexto, a tendência é que, em ambos os casos, o valor final ultrapasse os R$ 8 pelo litro em Bagé.

Para chegar essa constatação, o JM considerou os preços mais caros dos pontos de combustíveis em Bagé, com base na última coleta feita pela Agência Nacional de Petróleo (ANP), dia 8 de junho. No caso da gasolina do comum, cujo valor mais elevado era de R$ 8,10, com o reajuste de 5,2%, pode chegar a R$ 8,52. Em relação à gasolina aditivada, que estava a R$ 8,26, poderá vir a ser vendida por R$ 8,68.

Obviamente, o aumento mais significativo é o do diesel devido a esses 14,2%. Em Bagé, o preço mais caro, até então, era de R$ 7.38. Com este novo aumento, deve chegar até R$ 8,42. Ou seja, uma elevação superior a R$ 1.

Justificativa do aumento

O preço do gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha, não sofreu reajuste. Em nota para divulgar os aumentos, a Petrobras afirmou que tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio. "Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias. Esta prática não é comum a outros fornecedores que atuam no mercado brasileiro que ajustam seus preços com maior frequência, tampouco as maiores empresas internacionais que ajustam seus preços até diariamente", disse a empresa.

Já pelo Twitter, o presidente Jair Bolsonaro fez duras críticas à Petrobras pelo novo reajuste. "O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis, não só pelo exagerado lucro da Petrobras em plena crise mundial, bem como pelo interesse público previsto na Lei das Estatais", postou o presidente. Em seguida, ele citou a possibilidade de uma greve de caminhoneiros, em decorrência do preço dos combustíveis. "A Petrobras pode mergulhar o Brasil num caos. Seus presidente, diretores e conselheiros bem sabem do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018, e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo", completou.

Na última quarta-feira (15), a Câmara dos Deputados concluiu a votação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 18/2022, que limita a aplicação de alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis, fixando-a no patamar máximo de 17% a 18%, abaixo dos valores atuais aplicados pelos estados. A medida tem o objetivo de reduzir o preço dos combustíveis para o consumidor, mas os aumentos da Petrobras podem anular os efeitos dessa desoneração. O texto aguarda sanção presidencial para entrar em vigor.

ICMS de combustíveis deve ser unificado

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça decidiu, na sexta-feira, que as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) devem ser cobradas de forma uniforme pelos estados. A decisão começará a valer em 1º de julho. Mendonça também determinou que a Petrobras deverá enviar ao Supremo documentos internos que justificaram a formação de preços dos combustíveis.

De acordo com a decisão, a base de cálculo do imposto deverá ser fixada conforme a média de preços praticados nos últimos 60 dias. Além disso, os estados deverão observar um intervalo mínimo de 12 meses entre a primeira fixação e o primeiro reajuste das alíquotas e de seis meses para os reajustes subsequentes.

A liminar foi motivada por uma ação protocolada pela Advocacia-Geral da União (AGU) para suspender uma resolução do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) que trata da cobrança do ICMS. As regras estabelecidas deverão ter vigência até que o Confaz edite novas regras conforme as balizas definidas pelo ministro.

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