MENU

Identifique-se!

Se já é assinante informe seus dados de acesso abaixo para usufruir de seu plano de assinatura. Utilize o link "Lembrar Senha" caso tenha esquecido sua senha de acesso. Lembrar sua senha
Área do Assinante | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler

Ainda não assina o
Minuano On-line?

Diversos planos que se encaixam nas suas necessidades e possibilidades.
Clique abaixo, conheça nossos planos e aproveite as vantagens de ler o Minuano em qualquer lugar que você esteja, na cidade, no campo, na praia ou no exterior.
CONHEÇA OS PLANOS

Empreendedor

Bolsa de notícias

Em 30/11/2021 às 00:00h
Melissa Louçan

por Melissa Louçan

Endividamento das famílias atinge maior patamar em quase 12 anos

O percentual de famílias brasileiras com dívidas em atraso ou não chegou a 74,6% em outubro deste ano, maior patamar da série da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), iniciada em janeiro de 2010. Antes de julho deste ano, a parcela nunca havia superado a marca dos 70%. Desde julho, no entanto, o percentual de endividados no país, que está há 11 meses em alta, supera os 70%. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Em setembro deste ano, o índice havia ficado em 74%. Já em outubro do ano passado, os inadimplentes eram 66,5% das famílias.

O percentual de inadimplentes, ou seja, famílias que têm contas ou dívidas em atraso, apresentou, em outubro deste ano (25,6%), uma ligeira alta em relação a setembro (25,5%). Houve, no entanto, queda em relação a outubro de 2020 (26,1%). O percentual de famílias que não terão condições de pagar suas dívidas ou contas caiu para 10,1% em outubro deste ano, abaixo dos 10,3% do mês anterior e dos 11,9% de outubro do ano passado.

A parcela média da renda comprometida com dívidas manteve-se estável em 30,2%. A maior parte das dívidas (84,9%) é com cartão de crédito. Entre os inadimplentes, o tempo médio de atraso na quitação das dívidas é o menor desde março deste ano: 61,4 dias.

Vendas do comércio físico brasileiro caem 1,8% no final de semana da Black Friday

De acordo com o Indicador de Atividade do Comércio da Serasa Experian, as vendas do varejo físico brasileiro marcaram queda de 1,8% durante o final de semana de Black Friday (26 a 28/11 de 2021) em comparação com 2020 (27 a 29/11 de 2020). Dessa forma, o índice sazonal registrou sua primeira baixa em toda a série histórica, que foi iniciada em 2017. No ano de 2020, a movimentação do comércio nesse período teve crescimento expressivo de 6,1%.

Frente a outras datas que também são significativas para as vendas do comércio como, Dia das Crianças (2,3%), Dia dos Pais (6,2%), Dia dos Namorados (13,7%) e Dia das Mães (6,0%), o final de semana de Black Friday teve o pior desempenho, sendo o único a amargar retração.

Leia também em Empreendedor
PLANTÃO 24 HORAS

(53) 99971-9480

jornal@minuano.urcamp.edu.br
SETOR COMERCIAL

(53) 3242.7693

jornal@minuano.urcamp.edu.br
CENTRAL DO ASSINANTE

(53) 3241.6377

jornal@minuano.urcamp.edu.br