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Esportes

Guarany: mobilizado para o Gauchão 2022, mas com União Frederiquense no caminho

Em 23/11/2021 às 09:38h
Yuri Cougo Dias

por Yuri Cougo Dias

Guarany: mobilizado para o Gauchão 2022, mas com União Frederiquense no caminho | Esportes | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Alvirrubro está de volta à elite após 13 anos - Foto: Yuri Cougo Dias

Os últimos 13 anos foram de vitórias, derrotas, lampejos de reações, amarguras. Uma verdadeira gangorra. De 2008 a 2021, o Guarany Futebol Clube viveu do melhor ao pior do futebol gaúcho. Entre mudanças de ciclos, idas e vindas, um trabalho que iniciou ainda em 2020, mas, com um prólogo de 2019, o Índio bajeense está de volta à elite do futebol gaúcho. O único do interior bicampeão estadual retorna aos pagos do Gauchão. E nesta quinta-feira (25), às 15h, o Guarany já saberá seu caminho na Série A, a partir da realização do congresso técnica. A tendência é que a competição tenha seu pontapé inicial no dia 26 de janeiro. Então, são pouco mais de dois meses para começar uma nova temporada no bairro Estrela D’alva.

É natural e compreensível que os alvirrubros ainda estejam em festa, tanto que rolou até a simbólica comemoração do desfile no Caminhão de Bombeiros. Mas, ainda há a final da Divisão de Acesso pela frente, que vale muito para o clube. E o tempo é curto. Nesta quarta-feira (24), às 20h, no estádio Antônio Magalhães Rossell, o Guarany e União Frederiquense fazem os primeiros 90 minutos da decisão. Depois, no domingo (28), às 15h30min, em Frederico Westphalen, será definido o grande campeão.

Se avaliar em números, pode se considerar que trata-se da final mais justa possível, pois União Frederiquense e Guarany possuem as duas melhores campanhas gerais da Divisão de Acesso. Então, nada melhor que ambos subissem para o Gauchão e disputassem o título. O adversário realizou 18 jogos, com 11 vitórias, seis empates e uma derrota. Ao todo, foram 31 gols marcados e 14 sofridos.

Repórter da rádio Luz e Alegria, de Frederico Westphalen, Lucas Faustino aponta que o clima é o melhor possível, pois a equipe tem 17 jogos de invencibilidade (perdeu apenas na estreia). Entretanto, o técnico Daniel Fraco adota o discurso de pensar jogo a jogo. “O time é o mesmo que vinha jogando. A forma de atuar muda muito pouco, seja fora ou na Arena (Frederiquense). A equipe gosta de ficar com a bola, de envolver o adversário com triangulações, sobretudo pela linha de três meias (Eliomar, por dentro, Joãozinho, pela direita, e Tony Junior, pela esquerda)”, comenta.

Um dos destaques é o centroavante Gabriel que, com apenas 21 anos, ganhou a posição no segundo turno e não saiu mais do time. Outro que merece atenção é Marquinhos, segundo volante, oriundo das categorias de base, com 20 anos. Então, justamente pelo que ambas as equipes produziram até a semifinal, a perspectiva é de um grande jogo para encerrar a Divisão de Acesso.

“Inexplicável conseguir o acesso pelo time que tu torce”, destaca Welder

Não poderia ter sido mais marcante o gol do acesso à série A ter vindo por Welder. Com grande apoio da torcida, o Guarany saiu na frente, com gol contra do zagueiro Luís Henrique. Entretanto, sofreu o empate, por Henrique Ávila, num lance polêmico em que o auxiliar assinalou impedimento, mas o árbitro confirmou o gol. O alvirrubro desceu para o intervalo num momento de tensão, mas, logo no primeiro minuto do segundo tempo, Welder tratou de romper qualquer adversidade, com um gol de cabeça, após cruzamento certeiro do volante Murilo.

Artilheiro da Divisão de Acesso, com nove gols, Welder também tem sido destaque nos últimos anos. Em sua quarta passagem, o centroavante subiu da terceira para a segunda divisão, em 2016, como artilheiro, com 14 gols. E em 2021, ajudou a colocar o clube da segunda para a primeira divisão, e novamente como goleador. “Esse momento que estamos vivendo é inexplicável. Desde 5 de julho, viemos trabalhando forte, superando alguns problemas ao longo da competição, como a arbitragem. Sempre sou muito bem recebido quando venho jogar no Guarany. Tu poder entrar em campo e conquistar o acesso pelo clube que tu torce é um privilégio para poucos. E eu tive essa oportunidade de ajudar o Guarany a voltar de onde não deveria ter saído nunca” destaca.

“Foi um dos dias mais incríveis da minha vida”, diz Badico

Como jogador, Badico foi um dos maiores goleadores do interior. Entretanto, faltava uma conquista como técnico, pela dupla Ba-Gua. Em 2018, bateu na trave, pelo Guarany, quando parou na semifinal da Terceirona, diante do Farroupilha. Entretanto, quis o destino que estivesse na casamata para comandar o experiente elenco formado para a Divisão de Acesso de 2021. Conhecido pelo comportamento enérgico dentro de campo, Badico sempre teve a “superação e raça” como elementos marcantes dos seus times. Contudo, na reta decisiva, fatores táticos e variações durante o jogo foram fundamentais para reverter situações adversas.

No aspecto defensivo, a marcação alta ganhou combate várias vezes no meio-campo. Destaque, também, para a rápida transição ofensiva, muitas vezes puxadas por Wallan Luan, que ficou marcado pelas assistências, e Jorginho, aliado ao vigor dos laterais Raphinha e Roger Bastos. Para isso, tiveram função primordial de sustentação os volantes David e Murilo. Na criação, Maurício também foi cirúrgico na campanha.

“Domingo foi um dos dias mais incríveis da minha vida. Uma comissão técnica coesa, com um grupo de jogadores fantásticos, uma equipe de dirigentes malucos e apaixonados, mas muito responsáveis. Depois de 14 anos, o Guarany volta a conviver com os grandes. Isso representa muito para Bagé e região, pois fomenta restaurantes, hotéis, comércio. O nome de Bagé volta ao cenário do futebol gaúcho, com televisões, rádios e jornais da grande capital. Esse trabalho não chegou ao topo por acaso. Houve muito planejamento, desde cedo. Na preleção, inclusive, falei para os jogadores: a cidade depende do que vocês vão fazer no jogo. E eles honraram a camisa”, pontua.

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