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Entidades avaliam impactos da parada nas redes sociais

Prejuízos ainda são estimados junto ao comércio local

Em 07/10/2021 às 13:52h
Jaqueline Muza

por Jaqueline Muza

Entidades avaliam impactos da parada nas redes sociais | Cidade | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Cerca de 2,8 bilhões de  pessoas ficaram sem comunicação na segunda-feira devido ao apagão nas redes sociais Facebook, Instagram e o WhatsApp. Os serviços são utilizados para trabalho, principalmente neste período em que muitas pessoas aindo trabalham em casa devido a pandemia. As plataformas também são utilizadas para agendamentos e até fechamento de negócios que ficaram sem comunicação durante o período de quase 7h. Em Bagé, as entidades Aciba, Sindilojas, Associação de Jovens Empreendedores (Aje) e Conselho Bajeense da Mulher Empreendedora (Cobame) avaliaram os impactos.

Para o presidente da Aje, Daniel Nalério, diretamente não houve grande impacto na economia porque foi apenas algumas horas, mas salienta que foi um contato que não foi feito, e a proatividade esta sendo avaliada. “Profissionais rapidamente buscaram outros meios pra não ter um delay tão grande”, disse.

Segundo Nalério, grandes empresas adotam canais de comunicação internas dentro dos seus sites e aplicativos. “Estamos todos muito dependentes de ferramentas socias, por isto, grandes marcas investem em seus app, que apenas o servidor caindo ou falta de internet levaria a falta de comunicação”, disse. Ele salienta ainda que se o aplicativo não funciona, pessoas comprometidas e focadas fazem sinal de fumaça, ligam, mandam e-mail ou até mesmo vão até a residência se tiver tanta emergência.

Conforme o presidente da Aciba, Ricardo Souza, a entidade ainda não fez um levantamento sobre impactos, até porque os dados serão diluídos durante a semana. Ele ressalta que a pequena e a média empresa, principalmente as que trabalham com tele-entrega foram profundamente afetadas. Para ele, todas as pessoas que ofertam seus produtos, fazem suas vendas e entrega pelas redes sociais tiveram um grande prejuízo. “As ferramentas estão inseridas nas vendas bem com as entregas”, enfatiza.

O presidente do Sindilojas, Nerildo Garcia Lacerda, informa que de uma certa maneira o comércio foi prejudicado, visto que negociações que estavam em andamento foram paradas de repente e muitos usuários desconheciam outra alternativas. Ele cita o Telegram como opção de aplicativo de mensagem.

A presidente do Cobame, Silvana Osband, ressalta que o impacto maior foi com estabelecimentos que utilizam as plataforma digitais como ferramenta em vendas. Para ela, o Whatsapp, em muitos casos, foi amenizado com o uso do Telegram, mas em relação ao Instagram não houve como substituir, causando sim alguns prejuízos financeiros. “Eu, que utilizo o Instagram como forma de divulgar meu produto, fui totalmente prejudicada”, conta.

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