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Região

Lotes da CGT/Eletrosul na Vila Operária e Residencial vão à leilão

Em 14/09/2021 às 10:00h
Melissa Louçan

por Melissa Louçan

Lotes da CGT/Eletrosul na Vila Operária e Residencial vão à leilão | Região | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Lote 023 é o mais caro do leilão, com área de 58.049,20m² | Foto: Divulgação

Até a próxima semana é possível dar lances em um dos 64 terrenos da Companhia de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - Eletrobras CGT. Ao todo, são 60 áreas na Vila Operária e quatro na Vila Residencial, que estarão disponíveis para lances virtuais até as 10h do dia 23. O leilão eletrônico está sendo realizado através da leiloeira oficial Joyce Ribeiro, no  www.leiloesjudiciaisrs.com.br.

Foram selecionados 63 imóveis na Vila Operária, mas três deles foram cancelados antes do início dos lances. Assim, 60 lotes estão disponíveis, o maior deles - lote 23 - com 58.049,20m², e lance mínimo de R$ 531 mil. O menor, lote 12, com 301,83m² e lance mínimo de R$ 33 mil.

Já na Vila Residencial são quatro lotes disponíveis, sendo o maior deles com 2.951m², com lance mínimo de R$ 226 mil. Já o menor, com 456,34m², com lance mínimo de R$ 44,5 mil.

Na condição de subsidiária, a CGT Eletrosul segue as diretrizes estabelecidas pela Eletrobras por meio do Plano Diretor de Negócios e Gestão. Em sua versão 2021-2025, uma das iniciativas estratégicas apresentadas no documento diretivo trata da “Desmobilização de Imóveis”. A implementação dessa diretriz ocorre por meio de leilões de imóveis não relacionados diretamente às atividades de geração e transmissão. Entre outros resultados, essa medida proporcionará também a redução dos custos operacionais referentes aos imóveis inservíveis ao objeto da companhia, incluindo o dispêndio histórico e vultoso com os pagamentos de taxas e tributos referentes aos terrenos e residências.

Vale lembrar que centenas de famílias de Candiota esperam uma resolução para as tratativas da Defensoria Pública junto à Companhia. Isto porque cerca de 400 casas que foram originariamente destinadas para moradia dos funcionários da empresa, e atualmente estão em posse de terceiros, estavam cotadas para irem a leilão. Em julho, a Defensoria Pública começou a realizar levantamento da situação e buscar resolução junto à CGT.

A última nota divulgada pela CGT Eletrosul comunicou que, em relação ao processo de alienação de imóveis de propriedade da Companhia, foi iniciada a discussão sobre a possibilidade de um acordo extrajudicial para a resolução do impasse. A viabilidade, a abrangência e os termos da negociação, em fase inicial, ainda serão detalhados por equipe multidisciplinar da CGT Eletrosul e os representantes da Defensoria Pública, que prosseguirão com as tratativas objetivando uma solução mediada.

A companhia reafirma a “postura em manter o diálogo aberto e os esforços da empresa em buscar uma solução negociada dentro da legalidade”. Além disso, destaca a importância de “esclarecer que a alienação dos imóveis residenciais e dos terrenos de propriedade da companhia constitui uma medida necessária para garantir a segurança jurídica tanto da CGT Eletrosul como dos atuais ocupantes”.

A CGT ressaltou, ainda, que as ações relacionadas à regularização dos imóveis, originalmente pertencentes à antiga CGTEE, são anteriores ao processo de capitalização da Eletrobras e não possuem qualquer relação com o referido projeto.

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