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Desabastecimento de itens básicos não é esperado por empresários

Em 11/09/2021 às 09:31h
Melissa Louçan

por Melissa Louçan

Desabastecimento de itens básicos não é esperado por empresários | Cidade | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Foto: Tiago Rolim de Moura

Com bloqueios rodoviários em diversas partes do país - em consequência da mobilização promovida por caminhoneiros em apoio ao governo Bolsonaro - a população já começa a temer desabastecimento de itens básicos, principalmente alimentação e combustíveis. Inclusive, receiam um cenário semelhante ao ocorrido em 2018, quando as barreiras realizadas por caminhoneiros culminaram em prateleiras de supermercados e bombas de postos vazias.

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), Gilberto Porcello Petry, destacou que as indústrias já vinham sofrendo com a falta de insumos e matérias-primas pela paralisação das linhas de produção de bens intermediários em função da pandemia, tanto no País quanto no exterior. Esse descompasso no fornecimento, juntamente com o aumento dos preços desses componentes, agora se agravou internamente com os bloqueios, mesmo parciais, dos caminhoneiros.

Petry reforçou, ainda, uma outra questão importante: o impacto na inflação. Os problemas de oferta de produtos acabam sempre elevando seus preços, e as taxas inflacionários já estão altas. “Assim, confiamos em um rápido retorno à normalidade a partir de amanhã”, afirma.

Empresário do segmento de combustíveis, Flávio Stavie acredita que o cenário de 2018 não deve se repetir, até porque são panoramas diferentes. "Em 2018 as barreiras ocorreram nas bases das distribuidoras, diferente desta vez, em que há algumas barreiras espalhadas. A barreira mais forte, no momento, é entre Rio Grande e Pelotas”, destaca. 

Stavie explica que mesmo que a maioria dos postos trabalhe com estoque baixo - suficientes para dois dias -  e que as paralisações tenham iniciado após um feriado - datas em que normalmente não são realizados carregamentos de combustível - não acredita em desabastecimento, por enquanto. “Não há razão para os consumidores fazerem corridas aos postos”, declara. Além disto, aponta que a região conta com um fator facilitador. “Em Bagé ainda temos a distribuidora Ipiranga, que está atendendo normalmente seus postos e a distribuidora tem estoques maiores”, frisa.

Até a tarde de quinta-feira, o posicionamento da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e de Lubrificantes (Fecombustíveis) era de que não havia registro de problemas de abastecimento e não projetava desabastecimento.

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