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Região

Aneel manifesta preocupação com paradas programadas das usinas de Candiota

Em 24/06/2021 às 10:23h
Jaqueline Muza

por Jaqueline Muza

Aneel manifesta preocupação com paradas programadas das usinas de Candiota | Região | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
Pampa Sul tem manutenção agendada para iniciar em setembro | Foto: Volney Tissot/ Especial JM

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou, nesta semana, ao Jornal Minuano, que está questionando as Utes Pampa Sul da Engie e CGT Eletrosul da Eletrobras, ambas instaladas Candiota, sobre a necessidade das paradas técnicas que estão programada e solicitando que as empresas avaliem a possibilidade de postergação do serviço. Em plena crise hídrica, as duas usinas térmicas no Rio Grande do Sul, que somam 695 megawatts (MW) de capacidade instalada, vão parar para manutenção entre setembro e novembro, no auge do período de estiagem.

A Usina Candiota 3, pertencente a uma subsidiária da Eletrobras, tem 350 MW de potência e deverá ficar paralisada durante todo o mês de novembro. A Pampa Sul, que é da Engie, tem 345 MW e sua manutenção está prevista para o período de 2 de setembro a 17 de outubro. Ambas as térmicas funcionam com carvão mineral.

De acordo com informações publicadas no Valor Econômico, que teve acesso a dois ofícios encaminhados às empresas, nesses meses, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indicou a necessidade de ligar praticamente todo o parque térmico do país, a fim de evitar um esvaziamento dos reservatórios no Sudeste/Centro-Oeste. O Sul pode transferir grandes quantidades de energia para esse subsistema, onde está o maior risco de um eventual racionamento.

Nos ofícios, a superintendência de fiscalização dos serviços de geração da Aneel afirma que o “atendimento eletroenergético do Sistema Interligado Nacional [...] possivelmente ensejará elevado nível de despacho termelétrico”, o que incluiria Pampa Sul e Candiota 3. “Diante do exposto, solicitamos: (I) esclarecer o motivo da citada indisponibilidade; e (II) avaliar a imprescindibilidade dessa parada, inclusive, avaliando a possibilidade de sua postergação para o ano de 2022”, diz o superintendente Gentil Nogueira de Sá Júnior, à Engie e à Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (filial da Eletrobras). Em nota técnica encaminhada à Agência Nacional de Águas (ANA), no início deste mês, o ONS prevê o acionamento de quase 20 mil MW de usinas térmicas em novembro para afastar a hipótese de racionamento de energia. Também pede mudanças nas vazões de hidrelétricas na bacia do rio Paraná.

Conforme informações repassadas pela assessoria da Engie, a parada faz parte das manutenções periódicas da Usina Termelétrica Pampa Sul e o objetivo da execução da mesma é garantir a segurança operacional do ativo. "Estamos avaliando tecnicamente a solicitação da ANEEL e, tão logo a análise seja concluída, responderemos à agência reguladora”, frisou.

A CGT Eletrosul informa que as paradas anuais para manutenção são previstas de forma a garantir a integridade e a segurança da usina termelétrica. Adicionalmente, a empresa esclarece que está avaliando tecnicamente o planejamento da atividade na UTE Candiota.

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