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Photographos de Bagé (1848-1948) | Parte 2

Em 13/10/2021 às 10:05h, por José Carlos Teixeira Giorgis

Baptista L’huiller (francês, 3 anos em Bagé, depois foi para Pelotas, onde vendeu seu estabelecimento fotográfico a Augusto Amoretty por um conto e novecentos mil réis): Baldaszare (Baltazar) Lapis (italiano, foi testemunha numa ação de cobrança de aluguéis em que Júlio Inghes, também italiano, comerciante, moveu contra Innocencio Mieta, em 1901); Lippmann (era francês, mais tarde associou-se aos Irmãos Amoretty, tendo reclamado ao Vice-Presidente da Província do RS, com relação ao juiz municipal da Vila, Joseph de Carvalho Moura, que os perseguia injustamente); Octávio Magalhães; Domingos Mainieri; Maximo Manifiori  (foi empregado de Júlio Inghes, retirando-se para Santa Maria, tendo voltado); Eugenio Marinho; C.A. Miller; Pedro Moggetti (fotógrafo do jornal O Commercio); Enrico Montero; Hermes Araujo Nunes; Pedro Obino (era professor de desenho, junto com Luiz Moggetti. Há inventário aberto por Adelayde Galibon Obino, mulher de Pedro, falecido em Paysandu, no Uruguai, em fevereiro de 1869. O pai era construtor e empreiteiro de obras. Quando o pai, que tinha o mesmo nome, faleceu, Pedro tinha 5 meses de vida); Alexandre Pappe; Amoretty e Pappe; G. Renouleau (nascido em Bergerac, França, teve um atelier em Bagé); Russo Salvatori (italiano, amigo de Júlio Inghes); Silva & Cruz; Luiz C. Stigaard (dinamarquês, veio de navio por Marselha, e era diarista. O Museu Dom Diogo de Souza tem um “carte de visite”, colorizado, estilo porcelana. Atuou também no Uruguai); Vianna; Henrique Bosque; Ângelo Raphael Greco & Irmão.

Desejo referir também, por haver tronco local, a Alexandre Sattamini, italiano do Piemonte, que casou em Bagé com Senhorinha Francisca da Rocha, baiana, filha de Francisco José da Rocha e Clara Dias. O casal Sattamini teve 10 filhos, entre eles os bajeenses João Lourenço Leão Sattamini (1848), Virgílio (1850), Frederico (!852), Joaquina (1854). Os outros descendentes nasceram em Arroio Grande e Pelotas. Alexandre, possivelmente foi fotógrafo em Bagé e depois em Pelotas, onde se anunciava com uma nova invenção pela qual só tirava retratos em tamanho natural e transportava fotos do tipo “daguerreotipo”, outros coloridos a óleo, um método dos mais aceitos. No Instituto histórico há um passaporte de sua viagem Montevidéu- Buenos Aires e “portos do Império do Brasil” para o Piemonte (1877), sendo descrito como tendo 56 anos, casado, de estatura regular, rosto oval, cabelos ruivos, olhos bicolores, nariz regular, barba idem, cor branca, barba toda”.

Por motivos familiares noticio também a Guilhermo Henrique Luca Litran, espanhol da Almeria, casado em Rio Grande com Matilde Tallone. Guilhermo teve o atelier Águia da América, tendo sido sócio de Walter Sutton Bradley, na Cidade do Mar, mudando-se para Pelotas, onde faleceu em 1897. Foi fotógrafo, pintor, desenhista e professor, transformando-se em um dos mais renomados pintores, biografado por Atos Damasceno Ferreira. Um dos filhos, Carlos, casou com minha tia Francisca Giorgis Litran, deixando descendência em Pelotas.

O livro ainda aponta Euclides Arozteguy Altuna, Gaetano Bernardini, Luiz Dolce, Romário Lopes, Carlos Mainieri, Aureleno Porfino, Gaudêncio Royes, Euclides Secondo Warlet, como fotógrafos em Dom Pedrito. E João Henrique Witt, Arnaldo Fritelli, Antonio Greco, Antonio Lestra, Domenico Mainieri, Enrique Montero, Julião Ribas e Sabino La Rocca (italiano de Sanza, Salerno, casou com Rosa Amélia Teixeira, onde foram testemunhas Domingos Mainieri e Libório Lo Iacono, artista, italiano, ascendente de conhecidas famílias lavrense e de Bagé), como fotógrafos em Lavras do Sul.

Fonte: “ Photographos no RGS. 1848-1948) ”, de Miguel Duarte, 2021.      

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