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Saia em 10 lições...

Por Janine Pinto Estilista/colaboradora

Em 20/02/2021 às 00:02h
Viviane Becker

por Viviane Becker

Saia em 10 lições... | ELLAS | Jornal Minuano | O jornal que Bagé gosta de ler
1 Primeiros registros da saia

1. Há muitos anos as saias estão presentes no guarda-roupa feminino e ajudam a compor dos looks mais elegantes aos mais sensuais.

2. A história da saia começa justamente pelo modelo que é simples e de grande utilidade, e justamente por esse motivo foi amplamente utilizada pela humanidade em diferentes épocas. A peça sobreviveu por diversos períodos e se adaptou aos costumes, tradições e padrões de cada época, ficando mais longa, curta, justa ou volumosa.

3. Para entender a trajetória desta peça no tempo, é preciso definir saia como uma peça que tapa a parte inferior do corpo e que não possui divisão entre as pernas. Estima-se que ela apareceu no período Mesolítico e era feita de pele de animais amarrada à cintura. Porém, o primeiro registro que se tem do uso da saia é uma escultura suméria que data de três mil anos A.C.

3. Além dos sumérios, outras civilizações também utilizaram a saia como forma de vestimenta tradicional, como o Antigo Egito e o Império Romano, em que a indumentária era usada tanto por homens quanto por mulheres.

4. Mas foi apenas no século XII que a saia passou a figurar (quase) exclusivamente no guarda-roupa feminino, começando a ser utilizada com o corpete (ancestral do espartilho) em modelos com pregas que podiam ser compridas até os pés e/ou ter uma cauda. Iniciando-se uma diferenciação mais clara entre as vestes de homens e mulheres.

5. Já na metade de século XIV, período apontado por alguns historiados como início do movimento estético chamado moda, a vestimenta passa a ser utilizada como forma de diferenciação social.

6. Já no século XVIII, a vestimenta passa a ser amplamente utilizada como forma de demonstrar riqueza e diferenciar os nobres dos plebeus. No século XX, o estilista francês Paul Poiret criou a saia Hobles. Ela era tão apertada que as mulheres precisavam usar algo semelhante a cintos em seus joelhos para não estragar suas saias.

7.  Nos anos 20, Coco Chanel apresentou modelos com comprimento até o meio das canelas, mais funcionais, sequinhas e fáceis de fazer os passos da dança da época. Com a vinda da Segunda Guerra Mundial, a escassez de tecidos fez a peça ficar menos charmosa, mais simples e reta.

8. O glamour e a feminilidade retornaram no período após a guerra, com a criação do New Look, por Christian Dior, e as saias do tipo evasê e godê ficaram mais rodadas.

9. Em 1960, a estilista Mary Quant apresentou, pela primeira vez, a minissaia, quebrando barreiras na época e popularizando o modelo. De lá para cá, a saia passou por inúmeras transformações, ganhando comprimentos, volumes e formas bastante variadas, tendo um modelo ideal para cada ocasião e gosto.

10. A saia é um ótimo coringa, que permite várias composições e combina com todos tipos de corpo.

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