Cidade
Técnicos do CGEE avaliam atuação do Centro de Desenvolvimento Regional
Publicada em 23/10/2018
Em dezembro do ano passado, Bagé foi escolhida para sediar um dos quatro projetos-pilotos de implantação de Centro de Desenvolvimento Regional (CDR). Ontem, dez meses após o início das atividades, técnicos do Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) realizaram avaliação do trabalho desenvolvido até o momento e orientação a fim de facilitar o financiamento da carteira de projetos.
O CGEE foi responsável por elaborar o programa piloto da implantação de Centros de Desenvolvimento Regional (CDRs) no País. As regiões dos municípios de Bagé, Campina Grande, na Paraíba, e Itapeva, em São Paulo, foram escolhidas como unidades piloto da proposta. A ideia é alcançar, por meio dos CDRs, desenvolvimento do território, em articulação com atores locais como governo, universidades, institutos federais, associações, empresários e institutos de pesquisa. Integram o CDR Campanha a Urcamp, Universidade Federal do Pampa (Unipampa) e Conselho Regional de Desenvolvimento da Campanha (Corede Campanha).
A reitora da Urcamp e presidente do Conselho Regional de Desenvolvimento (Corede), Lia Maria Herzer Quintana, recebeu os técnicos e ressaltou o importantíssimo trabalho que está sendo realizado para o desenvolvimento regional dentro do ecossistema.
Já o diretor do CGEE, Antônio Carlos Galvão, explicou que o encontro, além de encerrar o ciclo de avaliação do primeiro ano de atuação dos projetos-pilotos, também é uma corrida contra o tempo para garantir a elaboração de um projeto nacional para implantação de CDR’s em todo o País.“Nossa expectativa é sobreviver à virada do governo, até porque este programa tem um grande apelo no meio político. Esperamos concluir, até dezembro, a avaliação para elaborar proposta do programa nacional”, destacou.
A assessora técnica do CGEE, Betina Ferraz, adiantou que o centro está buscando garantir o financiamento para a manutenção dos CDR’s pilotos durante o próximo ano, com destinação de recursos para realização de cursos de capacitações para os gestores locais de cada unidade. Ela salientou, ainda, a importância das impressões dos pilotos para a execução do projeto a nível nacional. “Um relatório propositivo com informações, ideias e dificuldades encontradas pelos programas pilotos vai auxiliar na elaboração do programa nacional”, afirmou.
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