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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017 às 0:00

Secretário de Gestão fala sobre projetos prioritários

Retomada na captação de recursos é uma das metas - Créditos: Divulgação
Retomada na captação de recursos é uma das metasDivulgação

O secretário de Gestão, Planejamento e Captação de Recursos, Eduardo Deibler, falou, ontem, ao Jornal MINUANO, sobre prioridades. As demandas de todas as secretarias passam pela pasta, por isso, um dos primeiros objetivos de Deibler é estreitar a relação com todos os setores.
Além disso, a reorganização e unificação do setor também estão na lista de prioridades do novo secretário. A organização do arquivo de obras públicas e privadas, bem como o planejamento da informatização das secretarias, já estão em andamento, segundo Deibler. Outro item que está na agenda da pasta é a prestação de contas de projetos antigos.

Captação de recursos
Um dos pontos mais críticos é a captação de recursos. Segundo Deibler, o município está inscrito no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e no Cadastro Único de Convênios. Existe, ainda, a necessidade de regularizar a certidão de regularidade previdenciária. "Por isso, nossa prioridade é regularizar tudo isso para podermos retomar um ritmo de captação de recursos", disse, acrescentando que estas regularizações já estão em andamento e devem acontecer em um curto prazo.
A equipe de toda a secretaria também está sendo readequada. "Estamos fazendo levantamento de dados, funcionários, veículos e despesas", afirma. Entre as primeiras ações, figuram questões relacionadas à saúde, segurança, redução de secretarias, convênio da obra da barragemn da Arvorezinha, entre outros assuntos.
Deibler fala que um dos pontos cruciais da secretaria é evitar a perda de recursos por erros técnicos. "Queremos formatar uma estrutura a fim de evitar isso", ressalta. Ele contabiliza mais de 40 casos de falta de gestão e não execução de projetos que ocasionaram perdas de recursos ou prejuízo ao erário. Em alguns casos, a contrapartida por parte da prefeitura aumentou muito pelo atraso na execução. Foi o que aconteceu na previsão de reformas no posto de saúde Sá Monmanny, que teve recursos de R$ 170 mil devolvidos referentes a 2015 e R$ 130 mil a 2016.

No caso do Anel Rodoviário, a obra começou em 2014 e foi paralisada, o que gerou um significativo aumento na contrapartida do poder público municipal. O valor inicial era de R$ 400 mil e, hoje, a contrapartida já está em cerca de R$ 1,7 milhão. Esses problemas, segundo Deibler, aconteceram por falta de execução, execução parcial e distorções de valores.


Por: Maritza Costa

 
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