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sábado, 31 de dezembro de 2016 às 0:00

Retrospectiva da moda de 2016

Mais um ano passou, e, como não podia ser diferente, todos os acontecimentos mundiais se refletem também na moda. Na nossa retrospectiva, vamos mostrar estas transformações, afinal, a moda é um reflexo dos movimentos globais.

Outubro rosa - Créditos: Reprodução
Outubro rosaReprodução
Customização - Créditos: ReproduçãoDress code profissional - Créditos: Reprodução

Retrospectiva da moda de 2016

Mais um ano passou, e, como não podia ser diferente, todos os acontecimentos mundiais se refletem também na moda. Na nossa retrospectiva, vamos mostrar estas transformações, afinal, a moda é um reflexo dos movimentos globais.

Em janeiro, estávamos falando do gender bender, que trazia à luz a questão da igualdade de gêneros. A nova regra de ouro da moda era esquecer o gênero e apostar em peças que podiam ser vestidas por elas e eles. E, cada vez mais, esta máxima está presente no nosso dia a dia.

Em fevereiro, começamos a dar pistas de como seria nosso inverno. Falando em estampas, tipo de peças, comprimentos, entre outros. No mesmo mês, trouxemos nove dicas de moda para aprender com os homens de sua vida, como investir em peças-chave a qualquer custo, ou quando algo se encaixa perfeitamente, comprar em múltiplos. A matéria foi um sucesso!

Em março, focadas no nosso inverno glacial, resolvemos fazer uma matéria sobre os famosos casacos PUFFERS. Estar informada e atualizada é parte essencial da receita para um inverno de sucesso. Na Alemanha dizem que não existe frio, o que existe é roupa errada. Já na Inglaterra, a máxima é que não existe frio, e sim gente que não sabe se vestir para determinada temperatura. Trouxemos de onde veio esta moda.

Abril foi hora de começar a esmiuçar as cores e tons que iam dar as caras em 2016. Do bege clarinho ao marrom, passando pelo laranja e camelo, os tons terrosos estiveram quase onipresentes nos looks de street style flagrados na capital inglesa, dai para as vitrines foi um pulinho.

Maio foi a vez do maxi tricot, focando nas formas de inverno. Os mega blusões estiveram presentes nos desfiles internacionais de marcas como Victoria Beckham, Alexandre McQueen e Stella McCartney.

Em junho, com o frio até o pescoço, começamos a falar em tendência que vinha com certeza e com sucesso mais adiante a customização. Na matéria - o meu casaco é mais bonito que o seu, em tempos de uniformização, a Gucci, grife internacional que sempre esta a um passo à frente, oportunizou aos clientes personalização de suas peças. Pronto, foi lançada a semente na cabeça das leitoras. Algumas até mandaram fotos de suas customizações.

Em julho, tivemos a tradicional matéria de como investir nas liquidações de inverno. Nesses tempos bicudos, é necessário pensar até nas compras de liquidação e pensar na oportunidade como um investimento.

Agosto uma matéria que deu o que falar foi a Dress Code profissional. De todos os códigos de vestimenta padrão, o "business" é, provavelmente, o mais obscuro porque não possui nenhuma definição clara e simples. Expliquei que o aceitável em certos locais de trabalho não é em outros; estas expectativas podem ser baseadas em cultura empresarial de cada grupo, dos clientes ou até mesmo a geografia.

Em setembro já começamos a focar na primavera e trouxemos as listras que vão e vêm na moda desde sempre. E, como gostamos de fazer, trazemos um pouco da história. Antes meio "malditas", pois eram usadas somente para uniformes de presidiários, conseguiram status quando fizeram parte do uniforme naval da era napoleônica. Gabrielle Chanel se encantou com elas nos anos 1930.

Outubro é o mês do rosa. Fomos pesquisar como a queridinha cor de todas as mulheres vinha se comportando na moda. Este mês solidifica a ideia que rosa é a cor mais feminina que existe, e vai continuar dando as caras até a primavera de 2017.

Novembro foi a vez de falar sobre babados Na década de 70, o babado foi um dos grandes protagonistas, e como há coisas na moda que são eternas, mesmo que de vez em quando deixem de ser os atores principais para virar coadjuvantes, não significa que não permaneçam ao longo das décadas.

Dezembro chegou, oba! Final de ano, milhões de expectativas para o próximo, e nós a mil pesquisando tudo que vai rolar no alto verão. Rolando em todas vitrines, a estampa de frutas e flores. Esse tema tem sido explorado em editoriais de revistas brasileiras e internacionais por diferentes marcas. A seleção das frutas permite uma combinação bem variada, cujo foco principal é o jogo de cores.

E nossa última matéria do ano foi sobre a famosa cor para 2017. Todas as leitoras adoram esta dica, então vamos lá ...  A cor do ano de 2017 será Greenery, que é basicamente um verde musgo misturado com amarelo intenso. Assim acabamos 2016, desejando a todos os leitores um 2017 repleto de luz e paz em nossos corações. Nos aguardem com informações quentinhas  em janeiro. Beijos a todos!


Por: Janine Pinto

 
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