Raquel B. Garcia

quarta-feira, 31 de agosto de 2016 às 20:20

"Mentes Brilhantes?"

isso não é privilégio apenas dos jovens

Embora nem saibamos em que era estamos, porque tudo está vindo num dinamismo assustador, se era do conhecimento, se da informação ou da tecnologia, uma certeza que é de todos, é a de que muitas mentes brilhantes estão fazendo parte do universo produtivo.
Estas mentes estão fazendo o que ninguém havia pensado que fosse possível fazer neste período da civilização que estamos presenciando.
Sem generalizações, estas mentes ocupam corpos bem diversos, homens ou mulheres, jovens ou nem tanto, de condições financeiras diferentes, núcleos familiares de vários formatos..., mas todos com algo muito importante em comum, o gosto pelas ferramentas online, o prazer em ir cada vez mais longe neste universo tão distante e ao mesmo tempo tão próximo.
Computadores e todos os seus "derivados" vêm permitindo um aprendizado fantástico no uso de ferramentas importantes para o desenvolvimento de conexões, das mais diversas, desde as ligações entre processos, pessoas, até chegar no que até então era o inimaginável.
Claro que estar atento às mudanças tecnológicas é importante e grande parte da população está interada disso, mas estas mentes brilhantes estão chegando a um patamar diferente de entendimento, onde conseguem mapear todo o processo que está por trás dos resultados aparentes.
Neste caso, o gosto pela tecnologia e pelos benefícios que ela oportuniza é praticamente a metade do caminho, daí para frente é seguir passo a passo as novidades e adequar cada possibilidade às próprias necessidades, seja no terreno pessoal ou no profissional.
Mas isso não é privilégio apenas dos jovens, é também daqueles que investem tempo e energia no aprendizado contínuo, e geralmente como autodidatas, usando cada tempo disponível para explorar seus aparelhos e/ou equipamentos.
Claro, que como tudo nesta vida, esta relação indivíduo/tecnologia também é uma questão de escolha, e não é possível alguém estar inteiro com as pessoas quando está com um aparelho na mão, principalmente quando sente este aparelho como uma verdadeira extensão de si.
Uma sensação absoluta de vulnerabilidade invade estas mentes quando impedidas da conexão, quando estão offline; é como se estivessem alheias ao mundo, a tudo e a todos e o momento atual fosse fonte de um desconforto imenso.
E como o entendimento das pessoas reside nas próprias experiências, apenas um online entende integralmente outro online, e assim como um offline não consegue captar o porquê de tanto fascínio por parte de um online, um online também não consegue entender o diferente.   
Bom trabalho e sucesso.


Por: Raquel Barreto Garcia

 
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