Raquel B. Garcia

quinta-feira, 25 de agosto de 2016 às 0:00

"Eu tenho orgulho de trabalhar aqui"

Neste próximo mês, setembro, se percebe a presença ou ausência do sentimento de orgulho dos brasileiros, e especialmente dos gaúchos.
É o mês do nosso País e do nosso Estado, chega a ser feriado para neste dia rendermos nossos olhares e nosso pensamento ao lugar onde vivemos, moramos, trabalhamos, formamos novos cidadãos...
Parece escasso esse sentimento, onde nem mesmo o motivo dos feriados algumas pessoas sabem, inclusive, insistindo em criticar a nação que lhe permite ser alguém, ocupar um espaço.
Não é diferente com o lugar onde trabalham, a cultura da crítica é tão enraizada que todos os indivíduos não se sentem conformes com a possibilidade de não ter o que dizer de mal de seu País e Estado.
Se alguém critica, fica sempre aquela vontade e, inclusive, a atitude de ainda aumentar o rol de problemas, e o mesmo acontece com as empresas, que são alvos de "ataques" justamente de quem coloca suas potencialidades na própria empresa.
É óbvio que não existe empresa perfeita, mas a participação de alguém na sua engranagem a faz melhor ou pior. A empresa é composta por processo e produtos, mas são as pessoas que a fazem ser o que é.
Bater no peito e dizer com orgulho que trabalha aqui ou ali faz do profissional alguém ainda melhor, que percebe a sua notória força, e porque diante de adversidades é justamente das pessoas que as organizações precisam.
Se orgulhar da empresa que trabalha permite saber que está no lugar certo, não precisando idealizar um lugar perfeito, pois nenhum o é, mas olhando para a organização cheio de possibilidades, expectativas, planos...
Quando não se tem orgulho da organização que faz parte, manifestando de várias formas, como evitando de falar onde trabalha, criticando publicamente ou se expondo de outra maneira, é melhor parar para pensar se não está no momento de partir para outra.
Quando o indivíduo se estranha no papel que ocupa, chegando até a se envergonhar, isso causa um sentimento altamente nocivo, porque, afinal de contas, se o entorno não é legal, qual o motivo da permenência?
O orgulho de pertencer a um determinado grupo alimenta o ser humano de sensações favoráveis a sua felicidade, começando pela família que pertence e se estendendo ao trabalho, a cidade, ao Estado, ao País...
Bom trabalho e sucesso.


Por: Raquel Barreto Garcia

 
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