Arte e Cultura

sexta-feira, 28 de agosto de 2015 às 0:23

A História do Exército Brasileiro em Bagé

A importância militar da região de Bagé existia antes que Dom Diogo de Souza lançasse as bases da povoação

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Cel Carlos Telles - Créditos: ReproduçãoTratado Madrid - Créditos: ReproduçãoGeneral Osório - Créditos: ReproduçãoDuque de Caxias - Créditos: ReproduçãoD. Pedro II - Créditos: ReproduçãoSão Sebastião - Créditos: Reprodução25 GAC  - Créditos: Arquivo Pessoal

A importância militar da região de Bagé existia antes que Dom Diogo de Souza lançasse as bases da povoação. Estes campos da Campanha já tinham sido abalados pelas tropas do general Gomes Freire na luta contra as reduções guaraníticas, de 1750 a 1756. Por aqui passaram as tropas espanholas de Dom José Vertiz que ergueram, em Santa Tecla, o marco do domínio castelhano no Sul rio-grandense. Até que chegassem os dragões de Rafael Pinto Bandeira para assegurarem à coroa portuguesa a posse destas terras.
Quando o capitão general do Rio Grande do Sul Diogo de Souza recebeu ordem para invadir o Uruguai, ou para a pacificação da Cisplatina, ou para defender as pretensões de Carlota Joaquina à regência das nações do Prata, escolheu Bagé para a concentração de suas tropas. Diogo de Souza deu autorização para o Marques de Souza para que permitisse aos oficiais e praças trazerem para o acampamento suas famílias. E, então, marchou para Montevidéu e, diante do rigoroso inverno, deixou em Bagé os doentes, as famílias e as provisões que não poderiam acompanhar a coluna. O tenente Pedro Fagundes de Oliveira, designado para tomar conta do acampamento, foi o primeiro comandante militar da cidade que nascia.

Nesta edição, um pouco da história do Exército Brasileiro na Rainha da Fronteira, através das publicações do Projeto História do Exército no Rio Grande do Sul, de Cláudio Moreira Bento e Luiz Ernani Caminha Giorgis, editado pela Academia de História Militar Terrestre do Brasil, e também fragmentos dos relatos do coronel Augusto Pinheiro Grande em Anais de Bagé, edição do Museu Dom Diogo de Souza, 1963.

A fundação militar de Bagé


O exército indígena da fronteira

Dividir em partes a história do Exército brasileiro em Bagé foi a melhor solução encontrada pela editoria do Caderno Cultura do Jornal MINUANO. Afinal, para contar essa história como ela deve ser contada, quatro páginas é pouco, talvez fossem necessárias centenas. A próxima edição será no final do mês de setembro, sexta-feira, 25.

Isto porque tudo começou quando Portugal fundou a Colônia do Santíssimo Sacramento "defronte" a Buenos Aires, em 1680. A ação tinha por objetivo partilhar, em posição estratégica, das riquezas retiradas pela Espanha do Rio da Prata, inclusive a exploração do couro das grandes manadas de gado que povoavam os campos do Uruguai. Era tudo contrabando que, aliás, constituiu-se em valioso instrumento da geopolítica de Portugal nestas fronteiras, visando limites naturais no Rio da Prata.
Nesse tempo, os jesuítas retornaram ao Rio Grande do Sul, chamado por eles de Tapes. Foram expulsos. Fundaram, então, os Sete Povos das Missões Orientais do Rio Uruguai, que mantinham contato com os Quatro Povos das Missões Ocidentais, hoje são as províncias de Missiones e Corrientes, na Argentina.
Estes povos estabeleceram 11 estâncias jesuítas no Estado em forma de um grande mangueirão natural abrangendo os rios Uruguai, Ibicuí, Jacuí, Lagoa dos Patos, rio Camaquã e Quaraí. E havia duas porteiras: Bagé e São Gabriel. Um ligava Montevidéu e os Sete Povos e outro Passo do Rosário - São Borja.
Segundo os registros do exército, assinalado no livro 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada Patrício Corrêa da Câmara, 2002, edição AHMTB, "ao que tudo indica a porteira de Bagé era guarnecida, para a Estância e Povo de São Miguel, por um cacique de nome Ibajé." Ou seja, o cacique com sua tribo era o encarregado militar de proteger a grande porteira, dando segurança contra a incursão de piratas dos pampas, que matavam o gado só para tirar o couro. Também impedia que os animais da estância tomassem o rumo das campanhas uruguaias.

A fundação do Rio Grande do Sul
O Rio Grande do Sul foi fundado em 1737 com o desembarque do brigadeiro de Infantaria José da Silva Pais em Rio Grande. Em seguida, estendeu os domínios ao Chuí, com Guarda Montada, um fortim e 32 soldados de Infantaria.
Em 1750, Portugal e Espanha celebraram o Tratado de Madri e Bagé passou a pertencer a Portugal. Pelo tratado, a Colônia de Sacramento voltava à Espanha e os Sete Povos das Missões ao domínio dos portugueses. Foi nesse período que se deu a Guerra Guaranítica, enquanto ocorriam as demarcações.

O território de Bagé e as guerras do Sul

Em 1763, o governador de Buenos Aires, general Don Pedro Ceballos invadiu o Rio Grande do Sul por Rio Grande. Depois de 10 anos, o mexicano general Vertiz y Salcedo também invadiu o Estado (Capitania) e construiu, em Bagé a Fortaleza de Santa Tecla. Foi uma estratégia que impediria a incursão portuguesa ao Uruguai, assim como o Forte de Santa Tereza no litoral.
Depois de dois anos de ocupação, Santa Tecla seria conquistada e demolida pelos portugueses sob o comando de Rafael Pinto Bandeira.
Apesar disso, embora voltasse a pertencer a Portugal, Bagé estava no olho do furacão dessa batalha. Isso porque pelo Tratado de Santo Ildefonso, de 1777, Espanha retomaria a arruinada Santa Tecla. Assim, somente na Guerra de 1801, sob a liderança de Patrício Corrêa da Câmara, comandante de Dragões, os espanhóis foram expulsos em definitivo de Bagé. 
A Guerra de 1801, que começou na Europa entre os dois países, incorporou ao Rio Grande do Sul territórios dos seguintes atuais municípios: Santa Vitória do Palmar, Jaguarão, Arroio Grande, Pedro Osório, Herval, Pinheiro Machado, São Gabriel, parte de Dom Pedrito e Bagé. Além de todos os municípios que se encontram na Região das Missões.


O santo militar

Bagé foi ocupada militarmente por Portugal em 1811. Dom Diogo de Souza, governador e capitão general do Estado, mandou instalar um distrito e guarda militar no povoado, ao comando do capitão Pedro Fagundes de Oliveira, que era estancieiro próximo da Guarda Velha de São Sebastião, estabelecida em 1776, com capela de invocação a São Sebastião.
Instalada a Guarda, o capitão Fagundes de Oliveira e o furriel Ricardo Antônio de Mello trouxeram em procissão para Bagé a imagem do santo, que está até os dias de hoje (2015) conservada na Matriz de São Sebastião. Naquele tempo a imagem foi colocada em um rancho que havia servido de abrigo ao coronel Alexandre Eloy Portelli, onde mais tarde passou a ser a Casa Canônica, anexo à igreja.
Há possibilidade de o coronel Portelli ter residido naquela casa por volta de 1776 na demarcação do Tratado de Santo Ildefonso, pois em 1808 fora promovido a brigadeiro, condição em que esteve em Bagé como comandante do Batalhão de Infantaria e Artilharia da Capitania.
O furriel Ricardo teve importante papel na elevação de Bagé à capela e na sua construção. Ele comandou a guarda e o distrito de Bagé, de 1822 a 1825, tendo, de fato, comandado desde 1811, em razão da saúde precária do capitão Fagundes.


A campanha de Dom Diogo de Souza

Foi em maio de 1811 que o governador de Montevidéu, sitiado pelo argentino Rondeau e por tropas orientais de Gervásio Artigas, solicitou socorro a Dom João VI, cunhado do rei D. Fernando da Espanha, preso por Napoleão. Dom João, então, ordenou a invasão da Banda Oriental (Uruguai) pelo Exército de Observação, agora transformado em Exército de Pacificação da Banda Oriental.
Dom Diogo determinou que todas as forças da capitania se concentrassem em Bagé. Deixou uma pequena força de cobertura em São Borja, ao longo das fronteiras. Em 17 de julho, o exército rumou para o passo Nossa Senhora da Conceição (Centurion) no Rio Jaguarão.
Apenas em 10 de junho de 1812 o rei Dom João ordenou que Dom Diogo de Souza, em Paissandu, se retirasse do Uruguai em razão do armistício. Até que em 12 de setembro, depois de três meses nas cabeceiras do Cunha Peru, o Exército pacificador marchou para Bagé. Logo, as tropas foram desmobilizadas.
A investida foi exitosa, embora no ano anterior, em outubro, o governador de Montevidéu tivesse mandado aviso a Dom Diogo pedindo que se recolhesse para o Rio Grande, em razão de haver concertado um armistício com os argentinos e orientais por imposição de interesses britânicos.
O problema é que as ameaças continuaram e a volta do exército foi retardada.

Bagé invadida

Após 14 anos de sua fundação, Bagé estava bastante desenvolvida devido à pecuária, com os novos estancieiros que se estabeleceram e passaram a fornecer gado vacum para produzir charque.
Nesse período, após algumas participações nas guerras contra Artigas, em 1816 e 1821, ocasiões em que o povoado teve contingentes para combates, veio a Guerra Cisplatina, 1825-28, e Bagé foi invadida em duas ocasiões pelo Exército Argentino comandado pelo general Alvear.

O primeiro quartel construído

Segundo registro do coronel Augusto Pinheiro Grande, publicado no livro Anais de Bagé, edição do Museu Dom Diogo de Souza (1963), quando ocorreu a invasão argentina, o povoado já estava desguarnecido de tropas militares há mais de 10 anos. Somente depois da invadido e saqueado pelo Exército Argentino, o governo imperial reconheceu o valor estratégico de que desfrutava a região, que passou a ser defendida por destacamentos de linha proveniente do 5º Regimento de Cavalaria Ligeira, estacionado em Rio Pardo. Este regimento permaneceu provisoriamente em Bagé até após a Batalha do Passo do Rosário, em 1828, quando houve o reconhecimento da independência do Uruguai.
Apenas no ano de 1834, o regimento de Rio Pardo veio transferido para Bagé, adotando aqui o nome de 2º Regimento de Cavalaria de Linha. A este pertencia o general Manuel Luis Osório. Mas a Revolução Farroupilha, iniciada no ano seguinte, colheria Osório para a luta.
Em terras de Bagé, após o combate do Seival, Souza Neto proclamaria a República Rio-Grandense. Naquele período, o município esteve ocupado por revolucionários e pelos imperiais.
Em 1844, chegou à futura Vila o 8º Batalhão de Infantaria, cujo comandante acumulava atribuições militares e civis.  
Finda a Guerra dos Farrapos, em 1847, Bagé já elevada à Vila era sede da 3ª Brigada do Exército, incluindo em sua Guarnição, o 8º Batalhão de Infantaria (BI), o 2º e o 3º Regimento de Cavalaria (RC) e o 3º Corpo da Guarda Nacional.
O 2º RC era comandado pelo então tenente coronel Osório, que inicia a construção de um quartel em terrenos hoje ocupados pelo Quartel General da 3ª Divisão de Comando. A construção foi feita por soldados e custeada com as economias do regimento. De frente para a rua Aurora (mais General João Telles), a parte direita para a Praça Silveira Martins (hoje Júlio de Castilhos/da Estação) e à esquerda para a rua General Netto.
Por ser unidade modelar foi escolhida para fazer a guarda de honra ao imperador Dom Pedro II durante sua visita ao Rio Grande do Sul.

O general, o imperador e o duque

Manuel Luis Osório servia em Bagé em 1835, como tenente do 2º Regimento de Cavalaria Ligeira. Quando aderiu à Revolução Farroupilha, junto com sua unidade, levou em segurança até a fronteira o seu comandante que se recusara a aderir.
Depois da tempestade da revolução, que esvaziou Bagé, Osório retornou como tenente coronel comandante do 2º RC. Nessa condição escoltou o Imperador Dom Pedro II de Cachoeira a São Gabriel com a seguinte recomendação do Duque de Caxias: "Cuidado que o imperador é jovem e há de querer correr".

 

Guerras tantas

- Além das guerras já citadas, no Século XIX, as forças localizadas em Bagé integraram a Guerra do Prata, também chamada contra Oribes e Rosas, em 1851. A missão era proteger os interesses, na fronteira, de brasileiros ameaçados. O 2º RC Ligeira, sob o comando do tenente coronel Manoel Luis Osório, foi o único de cavalaria a integrar a divisão que lutou contra Rosas no combate de Monte Caseros, com grande destaque.
- Guerra contra Aguirre. Foi a partir de Bagé que o Uruguai foi invadido em 12 de novembro de 1864 por seis mil homens integrantes de exército constituído de duas divisões de infantaria, no total de quatro brigadas de cavalaria, duas brigadas de infantaria e o Regimento Mallet.
Esta operação determinaria as invasões do Brasil pelo marechal Solano Lopes, dando origem à Guerra do Paraguai.
- Guerra do Paraguai. A mobilização de pessoal em Bagé foi feita pelo coronel Caetano Gonçalves da Silva, filho de Bento Gonçalves, como chefe do Estado Maior do Barão de Cerro Alegre, João da Silva Tavares. Cerca de dois mil homens foram mobilizados para constituírem o 3º Corpo de Exército.
No 19º Corpo de Voluntários de Cavalaria, ao comando do agora tenente coronel Joca Tavares, fazia parte o cabo José Francisco Lacerda, o Chico Diabo, que matou Solano Lopes.
No início da Guerra do Paraguai, Dom Pedro II visitou o município.
- Guerra Civil de 1893. Nas lutas para a consolidação da República, ameaçada pela guerra civil de 1893-95, o município teve importante destaque nos confrontos militares entre federalistas e republicanos.
No início do confronto, a guarnição localizada na cidade era denominada Fronteira de Bagé e pertencia a ela também Dom Pedrito. Era composta pelo 5º RC, o 4º RA e um destacamento do mais tarde 1º Batalhão Ferroviário empregado na construção do quartel do 4º Regimento de Artilharia, denominado mais tarde de Quartel do 3º Batalhão Logístico Presidente Médici.
No dia 21 de maio de 1893 assumiu o comando da Fronteira e Guarnição de Bagé, o coronel Carlos Telles, comandante do 31º Batalhão de Infantaria e do 4º Regimento de Artilharia.
O envolvimento mais efetivo do município foi de 26 de novembro de 1893 a 8 de janeiro de 1894, quando da segunda invasão federalista, ocasião em que forças do Comando-em-Chefe do Estado foram sitiados em Bagé e no Rio Negro (atual Hulha Negra) por federalista sob o comando do general revolucionário Joca Tavares. Esse general, 57 anos, foi preso pelo coronel Antônio Souza Neto, que preservou sua vida.
No Rio Negro foram degolados cerca de 300 civis da Cavalaria Patriota, depois de assinada a rendição com garantia de vida e feito prisioneiro o 28º BC do Exército.
Foram 46 dias de sítio. Sob o sítio estava o coronel Carlos Teles, liderando o 31º BI, o 4º RA, a 1ª Cia do 2º BE, 5º Corpo Provisório, Batalhão Republicano, pessoal da Guarda Militar, Corpo de Transporte do Exército e 2º Batalhão de Reserva da Brigada Militar. Um total de 900 soldados foram cercados por cerca de três mil federalistas, todos embalados pela vitória seguida de degola no Rio Negro.
Na resistência ao sítio foram mortos entre os defensores cinco oficiais e feridos quatro oficiais; entre os praças 30 morreram e 86 ficaram feridos. Os federalistas se retiraram quando viram a aproximação da Divisão do Sul, vinda de Pelotas, sob o comando do coronel João Cézar Sampaio.

O primeiro médico militar

Na história de Bagé está registrada a primeira referência a um médico militar em 1857, quando o doutor Francisco Joaquim de Souza Paraízo, capitão do Corpo de Saúde do Exército, foi nomeado pela Câmara "vacinador e médico dos pobres".  


Quartel do 5º

Em 1860 começou a construção do Quartel do 5º Regimento de Cavalaria, localizado onde hoje está o Hospital Militar, na avenida Portugal.

O pai de Hermes da Fonseca

O capitão de Artilharia Hermes Ernesto da Fonseca serviu em Bagé na década de 50 do século XIX. Seu filho, o marechal Hermes da Fonseca foi ministro da Guerra, grande reformador do Exército e presidente da República. O pai, Hermes Ernesto, fez teatro em Bagé, encenando várias peças. No acampamento de Tuiuti, na batalha de mesmo nome, regeu espetáculos com bandas militares.

Em 1886, o 12º Batalhão de Infantaria viaja de trem de Rio Grande para Bagé. Foi a primeira unidade a usar o transporte ferroviário, quando desse deslocamento, porque até então as marchas ocorriam a pé ou a cavalo.

O 25º Regimento de Cavalaria de Campanha - 25ºGAC

Este regimento se originou do 1º Regimento de Artilharia a Cavalo, histórica e tradicional unidade sediada em São Gabriel, conhecido como "Boi de Botas", que participou das lutas contra os farroupilhas, Oribe e Rosas e Paraguai.
Em 1888, pelo Decreto Imperial de 18 de agosto, as quinta e sexta baterias do 1º Regimento de Artilharia a Cavalo foram destacadas para formas, em Bagé, uma nova unidade, o 4º Regimento de Artilharia de Campanha. A partir de julho de 1889, o 4ºRAC foi organizado e instalado. Na Revolução Federalista, sob o comando do coronel Carlos Maria Silva Telles, resistiu aos 47 dias do cerco, o que valeu o título de Pistoleiros do Candal.
No ano seguinte, ainda na revolução, o regimento foi destacado para Rio Grande, ameaçada de ataque pelos navios do Almirante Custódio de Mello e das tropas do ex-coronel Luis Alves Salgado, contra as quais combateu com êxito. As tropas foram rechaçadas. No retorno a Bagé, os federalistas desocuparam a cidade antes de sua entrada.
Em 1909, foi extinto e sua ala direita se transformou no 18º Grupo de Artilharia a Cavalo.
Em 1912, ocupava as instalações onde hoje está o 3º Blog. Depois mudou o nome para 3º Grupo de Artilharia de Campanha a Cavalo.
Foi entre 1919 e 1920 que iniciou a construção do quartel, concluída em novembro de 23.
Mas, somente em 1969 que passou a denominação 25º GAC.
(continua na II Parte da História do Exército Brasileiro em Bagé, na edição do Jornal Minuano de 25 de setembro)

LEIA...

A trajetória dos quartéis
O que é "Boi de Botas"
As guerras e revoluções do Século XX
Comandantes em destaque

Fontes:
Anais de Bagé, edição Museu Dom Diogo de Souza, 1963
Projeto História do Exército no Rio Grande do Sul, 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, edição AHBTB, 2002
Histórico do 25º GAC "Grupo Leite de Castro" - 1980
Apontamentos Históricos e Estatísticos de Bagé, 1911 - Jorge Reis
A História de Bagé, 1955, Eurico Salis


Por: Gladimir Aguzzi

 
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